A Citroën prepara a estreia dos seus carros eletrificados no mercado automotivo brasileiro a partir de 2027. Agora, a francesa vai incorporar a tecnologia híbrida leve desenvolvida pelo grupo Stellantis e planeja expandir a motorização para toda a linha nacional da montadora, formada pelo hatch C3, o SUV compacto Aircross e o SUV cupê Basalt, fabricada no polo industrial de Porto Real, no Rio de Janeiro.
A iniciativa vem na esteira das marcas Fiat, Peugeot e Jeep, e posiciona a fabricante em um segmento cada vez mais competitivo em termos de eficiência energética.
A introdução mecânica vai acompanhar a chegada da linha 2027 dos modelos, que chegam com discretas reestilizações estéticas, como para-choques redesenhados, novas rodas de liga leve e emblemas exclusivos.
Como é o conjunto MHEV da Stellantis
A arquitetura mecânica adotada pela Citroën será o conjunto híbrido leve (MHEV) de 12 volts, o mesmo conjunto propulsor que já equipa modelos como Fiat Pulse e Fastback, além dos Peugeot 208 e 2008. A base da engenharia é o motor 1.0 turbo flex T200, de três cilindros e injeção direta.
O sistema é conectado a um pequeno motor elétrico auxiliar de 4 cv e 1 kgfm acoplado a uma bateria de íons de lítio. Vale lembrar que o propulsor elétrico é secundário, ou seja, está ali para aliviar o esforço do motor a combustão durante partidas e acelerações, além de regenerar energia nas fases de desaceleração e frenagem.
O conjunto mecânico desenvolve 116 cv de potência e 20,4 kgfm de torque, gerenciado pela tradicional transmissão automática do tipo CVT com sete marchas simuladas.
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